Candidatos ao Governo de Mato Grosso gastam quase R$ 17 milhões em campanha
Levantamento baseado em dados do TSE mostra que Wellington Fagundes e Otaviano Pivetta tiveram as maiores despesas.

Os seis candidatos ao Governo de Mato Grosso somaram gastos de R$ 16.985.897,64 até a última sexta-feira. As informações foram extraídas do sistema DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral, em levantamento realizado pelo Leiagora.
O senador Wellington Fagundes registrou a maior despesa, totalizando R$ 6.372.802,72. Sua campanha arrecadou R$ 6.532.513,70, sendo que R$ 5.991.000 foram repassados pelas direções nacional e estadual do PL, além de 20 doações de pessoas físicas e recursos próprios.
O governador Otaviano Pivetta teve o segundo maior gasto, com R$ 6.135.063,86, mas foi quem mais arrecadou, somando R$ 7.523.230,35. Os recursos vieram do Cidadania nacional e de repasses das direções nacional e estadual do União Brasil, sem verbas do Republicanos.
Natasha Slhessarenko, do PSD, gastou R$ 4.391.438,44 e arrecadou R$ 4.668.200. A maior parte da verba, no valor de R$ 4,5 milhões, foi enviada pela direção nacional de seu partido.
Rafaell Milas declarou despesas de R$ 48.414,29 e arrecadação de R$ 103.214, com R$ 100 mil vindos do partido, R$ 1.614 de financiamento coletivo e R$ 1.600 de doação própria. Já Sargento Ludicério registrou gastos de R$ 37.520,50 e arrecadou R$ 65.099,01, apenas com doações de pessoas físicas.
Maurício Coêlho apresentou a menor despesa do grupo, com R$ 657,83. Sua arrecadação foi de R$ 3.550, dos quais R$ 3.050 foram doados por ele mesmo.
O limite de gastos definido pelo TSE para o primeiro turno das eleições de 2026 é de R$ 7.115.522,46 por candidato. Novos dados podem ser apresentados à Justiça Eleitoral após a finalização do pleito.
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