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Farmácia é arrombada e tem estoque de Mounjaro furtado em Cuiabá

Criminosos invadiram unidade da Drogasil na região dos condomínios Florais e levaram medicamentos de alto valor e computadores.

Por Redação VORA News
Farmácia é arrombada e tem estoque de Mounjaro furtado em Cuiabá

Uma unidade da farmácia Drogasil, situada na região dos condomínios Florais, em Cuiabá, Mato Grosso, foi alvo de furto na madrugada deste sábado, 13. Dois homens encapuzados arrombaram as portas de aço e de vidro da fachada para invadir o local por volta das 3h.

A Polícia Civil informou que a dupla focou a ação em equipamentos de informática e itens de alto valor. Os criminosos violaram a geladeira de medicamentos controlados e levaram estoques de Mounjaro, remédio GLP-1 utilizado para controle de diabetes e emagrecimento, além de quatro CPUs dos balcões de atendimento.

O crime foi descoberto no início da manhã pelo supervisor da unidade, que encontrou as estruturas danificadas e acionou a gerência. A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá agora analisa imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os autores.

Este é o nono ataque com foco em remédios emagrecedores registrado na capital entre 1º de setembro e o início de outubro. A série de crimes inclui roubos à mão armada e invasões noturnas em diversas farmácias da cidade.

A unidade dos Florais foi atacada duas vezes em 25 dias. Em 1º de setembro, dois armados renderam clientes e funcionários, levando nove unidades de Mounjaro e pertences pessoais. No dia 26 de setembro, o local foi invadido novamente por três homens que levaram seis computadores e todo o estoque do medicamento.

Outras ocorrências foram registradas nos bairros Jardim das Américas, Goiabeiras, Boa Esperança, Jardim Imperial e Jardim Itália. Em um dos casos, na Drogaria São Paulo, 33 caixas de Mounjaro foram levadas, sendo 30 recuperadas pela Força Tática após a prisão de quatro pessoas.

A Polícia Civil investiga a existência de uma estrutura de receptação e revenda, já que o valor de cada caixa do medicamento pode variar entre R$ 1,5 mil e R$ 3,8 mil. Até o momento, a Derf efetuou prisões em diferentes ocasiões, mas apura se os suspeitos possuem relação entre si.

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