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Moradores denunciam abandono de ruas e crateras em Várzea Grande, MT

Problemas de infraestrutura em três pontos da cidade causam transtornos ao trânsito e riscos de acidentes.

Por Redação VORA News
Moradores denunciam abandono de ruas e crateras em Várzea Grande, MT

Moradores de Várzea Grande, em Mato Grosso, relatam a precariedade de ruas e avenidas marcadas por buracos, barro e crateras. As principais queixas concentram-se na Rua Antônio Saleno, no bairro Paiaguás, na Rua José Luís Coelho, na região do bairro Vila Pirineu, e na rotatória entre a Rua Carlos Castilho e as avenidas Alzira Santana e Castelo Branco.

Na Rua Antônio Saleno, a situação piorou após um reparo de cano feito pelo Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG). Segundo residentes, o local ficou com terra fofa, o que causou o afundamento de um veículo e dificultou o acesso de quem mora em cerca de seis casas. O problema já foi reportado à Secretaria de Obras e a um vereador.

Já na Rua José Luís Coelho, uma cratera ocupa parte da pista, forçando motoristas a invadir a faixa contrária. Moradores afirmam que a água da chuva esconde a profundidade do buraco, aumentando o risco de tragédias. O trecho é utilizado por transporte coletivo e já teria sido palco de acidentes e prejuízos materiais.

Na rotatória entre a Rua Carlos Castilho e as avenidas Alzira Santana e Castelo Branco, obras em caixas de inspeção de uma adutora deixaram a via apenas com cascalho. Motoristas reclamam das condições de trânsito em um ponto de grande circulação de veículos.

A Secretaria Municipal de Viação e Obras (SMVO) informou que tem conhecimento dos casos e que eles serão atendidos conforme o cronograma operacional, sem data exata para a conclusão. Para a Rua Antônio Saleno, será feita uma vistoria técnica para avaliar a compactação do solo e a necessidade de recomposição do pavimento.

Sobre a Rua José Luís Coelho, a SMVO afirmou que a recuperação ocorrerá após a finalização de serviços na região do Cristo Rei. Já no caso da rotatória, a prefeitura explicou que o cascalhamento é provisório e a empresa responsável pela adutora deve retornar em até 15 dias para concluir a intervenção e recompor o asfalto.

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