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Agro e conservadores ampliam espaço na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Nova legislatura que inicia em 2027 não elegeu representantes de sindicatos, professores ou movimentos sociais.

Por Redação VORA News
Agro e conservadores ampliam espaço na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

A composição da Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2027 mantém a predominância de representantes do agronegócio e de grupos conservadores. Dos 24 deputados estaduais, seis são novos nomes: Samantha Iris, Alessandra Ferreira, Léo Bortolin, Adelcino Lopo, Alcino Barcelos e Ulysses Moraes.

O setor produtivo rural terá representação por meio de Gilberto Cattani, Dilmar Dal’Bosco, Nininho, Dr. Eugênio, Valmir Moretto, Alcino Barcelos e Carlos Avallone. Léo Bortolin também poderá atuar em pautas da produção rural, com foco na agricultura familiar.

A agenda evangélica e conservadora conta com nomes como Sebastião Rezende, Thiago Silva, Samantha Iris e Alessandra Ferreira. Samantha Iris atuou como vereadora em Cuiabá, enquanto Alessandra Ferreira possui trajetória ligada à assistência social em Rondonópolis.

Em contrapartida, categorias profissionais e organizações sociais não elegeram representantes identificados com suas bandeiras. Não há sindicalistas, professores ou líderes de movimentos sociais entre os eleitos para a próxima legislatura.

A representação do funcionalismo público sofreu alterações com a não reeleição de Eduardo Botelho, Júlio Campos e Paulo Araújo, além da saída de Janaina Riva. Permanecem na Casa Lúdio Cabral, Valdir Barranco, Dr. João e Fabio Tardin.

No setor de segurança pública, a representação muda com a não reeleição de Elizeu Nascimento, que possui trajetória na Polícia Militar.

A nova distribuição de forças no Parlamento de MT favorece setores organizados, especialmente o agronegócio e grupos conservadores, evidenciando uma assimetria na representação social.

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