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Vereador rebate ameaças após operação do Gaeco em Várzea Grande, MT

Bruno Rios afirma que presidente da Câmara Municipal tenta imputar a terceiros atos praticados por ele mesmo.

Por Redação VORA News
Vereador rebate ameaças após operação do Gaeco em Várzea Grande, MT

O vereador Bruno Rios, do PL, reagiu a declarações do presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira, após a deflagração da Operação Cathedra Venalis em Mato Grosso. A ação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) investiga possíveis irregularidades na eleição da Mesa Diretora do Legislativo, ocorrida em maio.

A polêmica começou durante a abertura da sessão ordinária nesta terça-feira, 20, quando Cerqueira afirmou que Rios iria pagar. Em resposta, o vereador declarou que não possui relação com a situação e que o presidente está procurando um culpado pelos próprios atos.

Rios considerou a manifestação de Cerqueira exagerada e afirmou que cada parlamentar deve responder por suas próprias ações. O vereador disse que acredita haver uma tentativa de responsabilizar outras pessoas por condutas praticadas pelo presidente da Casa.

A Operação Cathedra Venalis mobilizou mais de 200 agentes e tem como alvo 15 vereadores, sendo 13 de Várzea Grande e dois de Cuiabá. O objetivo da investigação é apurar práticas ilícitas na articulação política para a escolha da direção do Legislativo municipal.

Bruno Rios demonstrou estranheza com a inclusão de vereadores da capital na apuração, mas ressaltou que as informações ainda são preliminares. Ele afirmou que pretende solicitar detalhes ao Gaeco para entender os elementos da investigação e avaliar providências no âmbito legislativo.

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