ALMT mantém veto de Pivetta contra reajuste do Judiciário em Cuiabá
Base do governo formou maioria na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para sustentar a decisão do governador.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em Cuiabá, manteve nesta quarta-feira (7) o veto do governador Otaviano Pivetta ao reajuste salarial dos servidores do Poder Judiciário. A decisão foi tomada após a base governista formar maioria na votação.
O resultado final registrou 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis votos pela sua derrubada. Seis deputados estiveram ausentes durante a sessão, número que poderia ter alterado o desfecho da matéria.
O presidente da ALMT, Max Russi, confirmou a presença de 18 parlamentares, quórum suficiente para a votação. De acordo com Russi, o voto 'não' representava a manutenção da decisão do governador, enquanto o 'sim' era pela derrubada do veto.
A tentativa de reverter a medida foi liderada por Lúdio Cabral, líder da oposição, que organizou a obstrução da sessão. O grupo favorável ao reajuste planejava a saída do plenário caso não houvesse votos suficientes para rejeitar o veto.
Votaram pela derrubada do veto os deputados Janaina Riva, Lúdio Cabral, Valdir Barranco, Carlos Avallone e Gilberto Cattani, além de um sexto voto a ser confirmado. Cattani, apesar do voto, criticou o sindicato dos servidores por divulgar imagens de parlamentares.
A lista de votos pela manutenção do veto incluiu Dilmar Dal Bosco, Elizeu Nascimento, Dr. João, Juca do Guaraná, Thiago Silva, Dr. Eugênio, Max Russi, Fábio Tardin, Valmir Moretto, Chico Guarnieri, Beto Dois a Um, Nininho e Diego Guimarães.
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