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Política

Dilmar Dal Bosco critica falta de liderança no União Brasil em Cuiabá

Deputado estadual afirma que chapa reduzida limitou a eleição de mais parlamentares em Mato Grosso

Por Redação VORA News
Dilmar Dal Bosco critica falta de liderança no União Brasil em Cuiabá

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do União Brasil, afirmou nesta quarta-feira, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em Cuiabá, que a ausência de liderança no partido prejudicou a montagem de uma chapa competitiva para o Legislativo estadual. O parlamentar lamentou que a legenda tenha concorrido com apenas nove candidatos.

Para Dilmar, o número limitado de nomes restringiu a ampliação da bancada, mesmo com a presidência da sigla sob o senador eleito Mauro Mendes. O deputado relatou que chegou a temer a conquista de apenas uma cadeira, mas projetou duas vagas ao notar o crescimento de sua própria campanha e da votação de Sebastião Rezende.

O parlamentar citou Eduardo Botelho, do MDB, como exemplo de perda para o partido. Dilmar sustentou que a votação de Botelho, que ficou na suplência, teria sido suficiente para elegê-lo caso ele tivesse permanecido no União Brasil. O deputado incluiu a si próprio na responsabilidade pela dificuldade em formar a chapa.

Questionado sobre a responsabilidade de Mauro Mendes na saída de Botelho, Dilmar evitou culpar o presidente estadual e afirmou que o partido deve seguir adiante. Ele destacou que a sigla elegeu dois deputados estaduais, dois federais e um senador, mantendo-se na base do Governo de Mato Grosso.

Sobre críticas feitas durante a convenção a respeito de traição partidária, Dilmar explicou que se referia à discussão sobre apoiar candidaturas externas em vez do projeto interno de Jayme Campos ao Governo. Ele afirmou que, após a definição do apoio ao governador Otaviano Pivetta, trabalhou e se dedicou à campanha.

Dilmar defendeu a retomada de reuniões internas para organizar a legenda e formar novas lideranças, visando as eleições municipais de 2028. O deputado observou que a ida de Mauro Mendes ao Senado aumentará os compromissos do dirigente, tornando necessária a atração de novas lideranças para recuperar espaço.

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