Blairo Maggi apoia Flávio Bolsonaro e surge hipótese de ministério em Mato Grosso
Carlos Ernesto Augustin menciona possível indicação de Mauro Mendes para pastas federais em eventual governo de Flávio Bolsonaro.

O ex-governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, manifestou apoio a Flávio Bolsonaro. A declaração foi comentada por Carlos Ernesto Augustin, ex-assessor especial do Ministério da Agricultura e Pecuária, que afirmou ter sido surpreendido pela posição pública do empresário.
Augustin avalia que Maggi costumava evitar apoios explícitos a Jair Bolsonaro ou Luiz Inácio Lula da Silva. Para o produtor rural, a mudança de postura ocorre devido à possibilidade de vitória do grupo liderado por Flávio Bolsonaro e à falta de espaço político de Maggi no atual governo federal.
Nos bastidores políticos, circula a hipótese de que Mauro Mendes, senador eleito por Mato Grosso, poderia ser indicado para o Ministério da Agricultura e Pecuária ou para o Ministério de Minas e Energia, caso Flávio Bolsonaro vença a eleição presidencial.
De acordo com a análise de Augustin, uma eventual saída de Mauro Mendes do Senado para assumir um ministério abriria vaga para a posse do suplente Cidinho Santos. No entanto, não há comprovação de negociações formais ou compromissos firmados para tal indicação.
Durante a entrevista, Augustin também apresentou críticas a Mauro Mendes, citando questionamentos sobre gastos de campanha, o Caso Oi e um episódio ocorrido na Arena Pantanal, onde um locutor teria pedido votos para o político e para sua esposa, Virginia Mendes.
As movimentações destacam as articulações de lideranças do agronegócio de Mato Grosso para a disputa presidencial de 2026 e a composição de um futuro governo federal.
Mais notícias de Mato Grosso
- VÍDEO: ministra Cármen Lúcia não desgruda da Constituição em evento e guarda livro dentro do casaco para receber homenagem em MT
- Primeiro secretário
- Max Russi: Flávio Bolsonaro pediu empenho de aliados e aposta na mobilização em Mato Grosso para o 2º turno
- Russi promete apoio a Pivetta e nega negociação por cargos
- Pivetta ironiza dia 13 em ato pró-Flávio Bolsonaro: “ontem era 12, amanhã vai ser 14”; assista
- Abilio: A esquerda já perdeu, mas se por acaso Lula ganhar, sofre impeachment em 6 meses