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Mato Grosso

Lúdio Cabral critica Flávio Bolsonaro após ameaças de boicote a cidades de MT

Deputado estadual reeleito questiona projeto político do adversário e defende união entre diferentes correntes.

Por Redação VORA News
Lúdio Cabral critica Flávio Bolsonaro após ameaças de boicote a cidades de MT

O deputado estadual reeleito Lúdio Cabral, do PT, manifestou-se contra publicações em redes sociais que incentivam o boicote a municípios de Mato Grosso onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu no primeiro turno. O parlamentar citou as cidades de Barão de Melgaço, Nossa Senhora do Livramento, Poconé e Ponte Branca como alvos dessas manifestações.

Para Lúdio, a defesa de retaliações contra as cidades expõe uma política de ódio e perseguição a quem pensa diferente. O deputado afirmou que esse comportamento serve de alerta para a população sobre a forma como seus adversários políticos atuam, aceitando apenas quem possui a mesma visão ideológica.

O parlamentar contrastou a chapa de Lula e Geraldo Alckmin, que ele descreveu como a união de esquerda e direita em prol de políticas públicas, com a trajetória de Flávio Bolsonaro. Lúdio questionou quais projetos beneficiaram a população durante os 24 anos de atuação de Flávio como deputado estadual e senador.

Lúdio destacou que a gestão de Lula buscou parcerias com governadores e prefeituras de Mato Grosso, independentemente do partido. Segundo o deputado, municípios governados pelo PL foram os mais beneficiados por políticas de saúde, com obras realizadas em Sinop, Rondonópolis e Várzea Grande.

Como exemplo de cooperação, o petista mencionou a transferência da concessão da BR-163 para o governo estadual e o repasse de R$ 5,9 bilhões para a duplicação da rodovia. Ele defendeu que a articulação entre diferentes campos políticos é a marca do governo federal.

Por fim, o deputado expressou preocupação com a possibilidade de cortes de direitos trabalhistas e sociais caso Flávio Bolsonaro vença. Lúdio referiu-se a um possível tesouraço anunciado pelo adversário, afirmando que a população trabalhadora não pode ter conquistas retiradas por decreto.

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