Gilmar Mendes nega uso de celular em cabine de votação em Diamantino, MT
Assessoria do ministro afirma que objeto segurado durante a eleição era a carteira funcional.

A assessoria do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, negou que o magistrado tenha entrado com um telefone celular na cabine de votação em Diamantino, Mato Grosso. O fato ocorreu durante o primeiro turno das eleições, na Escola Estadual Plácido de Castro, situada no Centro Histórico da cidade.
A declaração foi emitida após a divulgação de um vídeo que mostra o ministro diante da urna eletrônica segurando um objeto com aparência de aparelho celular. Segundo a equipe de Gilmar Mendes, o item era a carteira funcional, na qual ele teria anotado os números dos candidatos escolhidos.
A assessoria informou que o telefone celular foi entregue a um segurança antes da entrada na cabine. De acordo com a versão apresentada, uma mesária também confirmou que o ministro não portava o aparelho no momento do registro dos votos.
As normas eleitorais proíbem a entrada na cabine com celular, filmadora, câmera fotográfica ou qualquer equipamento que possa registrar o voto. A medida visa garantir o sigilo da escolha e evitar pressões sobre o eleitor.
Embora o telefone possa ser usado na mesa receptora para a apresentação de documentos digitais, como o e-Título, ele deve ser deixado antes de o eleitor seguir para a urna. Gilmar Mendes deixou o local de votação sem falar com a imprensa.
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