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Segurança digital

Operação prende influenciadora e mais três por golpes do Pix em Cuiabá e VG

Ação da Polícia Civil em Mato Grosso investiga fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro com prejuízo de R$ 414 mil.

Por Redação VORA News
Operação prende influenciadora e mais três por golpes do Pix em Cuiabá e VG

A Polícia Civil prendeu quatro pessoas em Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso, durante a Operação Rede Oculta. Entre os detidos estão uma influenciadora digital de 24 anos e seu companheiro, residentes no bairro Tijucal, além de um casal de Várzea Grande. Um quinto investigado é considerado foragido.

O grupo é suspeito de aplicar golpes via internet, utilizando redes sociais e plataformas de compra e venda. As modalidades incluem anúncios falsos de veículos, o golpe do falso parente e a falsa identidade de funcionário bancário. O prejuízo total identificado até o momento é de R$ 414.093, com vítimas em MT, Rio de Janeiro e Pará.

De acordo com a Polícia Civil, os valores obtidos via Pix eram distribuídos em contas de terceiros em quantias menores que R$ 10 mil para depois serem reunidos em uma conta de um dos investigados. Parte do dinheiro teria sido convertida em joias e veículos de luxo, que eram exibidos nas redes sociais.

Durante a operação, foi apreendido um Toyota Corolla Cross híbrido. A investigação aponta que a influenciadora digital mantinha um padrão de vida incompatível com a renda declarada, enquanto outra mulher presa coordenaria o recrutamento de pessoas para ceder contas bancárias ao esquema.

Um dos detidos, homem de 41 anos, já possuía histórico de fraudes eletrônicas e é apontado como integrante de facção criminosa. Com ele, a polícia encontrou entorpecentes, resultando em um Termo Circunstanciado de Ocorrência por posse de drogas para consumo pessoal.

Os investigados foram indiciados por organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude eletrônica. O delegado Ruy Peral afirmou que a ação visa alcançar os suspeitos e recuperar o patrimônio formado com o dinheiro das vítimas.

A operação, conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, segue com a análise de dados de celulares apreendidos para identificar a participação de outros envolvidos e a movimentação financeira do grupo.

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