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Segundo turno em Lucas do Rio Verde tem detenções e troca de urnas

Juiz da 21ª Zona Eleitoral registrou três prisões e a substituição de equipamentos em escola de Mato Grosso.

Por Redação VORA News
Segundo turno em Lucas do Rio Verde tem detenções e troca de urnas

O segundo turno das eleições em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, registrou três detenções durante a manhã do pleito. De acordo com o juiz da 21ª Zona Eleitoral, Fábio Petengill, as ocorrências incluíram a venda de materiais de propaganda e o flagrante de um eleitor que fotografou o próprio voto, conduta proibida para garantir o sigilo da votação.

Na Escola Vinícius de Moraes, duas urnas eletrônicas precisaram ser substituídas antes das 7h30 por problemas de funcionamento. O magistrado informou que a troca dos equipamentos gerou filas temporárias, mas o fluxo de eleitores foi normalizado rapidamente. Não houve necessidade de substituições em Tapurah e Itanhangá.

Fábio Petengill relatou que a votação ocorreu de forma rápida e sem problemas na identificação biométrica. O juiz observou que o comparecimento em Lucas do Rio Verde indicava ser expressivo, com a expectativa de que a participação ultrapassasse 60% até o meio-dia, superando a mobilização do primeiro turno.

Sobre a infraestrutura, o magistrado afirmou que quedas de energia em bairros da cidade não interromperam o processo de votação. Ele orientou que os cidadãos exercessem o direito ao voto antecipadamente para evitar aglomerações antes do encerramento, previsto para as 16h no horário local.

A Justiça Eleitoral mantém diálogo com forças de segurança para monitorar manifestações e carreatas após os resultados. O objetivo é garantir que comemorações ou protestos não prejudiquem o direito de ir e vir, citando como exemplo congestionamentos ocorridos na Avenida Amazonas durante a véspera.

O juiz alertou ainda sobre ataques a eleitores em redes sociais e classificou como potencialmente xenofóbico um conteúdo publicado em Tapurah. Petengill reforçou que a liberdade de expressão não permite condutas discriminatórias e que publicações ilegais podem gerar consequências judiciais.

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