TRE descarta crime eleitoral de Gilmar Mendes em Diamantino, MT
Órgão confirmou que objeto confundido com celular era a carteira funcional do ministro.

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso descartou a possibilidade de crime eleitoral cometido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, durante a votação deste domingo, 4, em Diamantino, MT.
A suspeita surgiu após internautas e eleitores confundirem a carteira utilizada pelo ministro com um aparelho celular. A presidente do TRE-MT, Serly Marcondes Alves, informou que a juíza eleitoral responsável pela escola visitou a seção 31 para averiguar o ocorrido.
As mesárias confirmaram que o ministro não entrou na seção nem na urna com celular. De acordo com a presidente do tribunal, o ministro colocou as mãos nos bolsos ao ser questionado e utilizou a carteira para acessar a cola eleitoral.
O TRE-MT afirmou que imagens de câmeras de segurança também comprovam que não houve o uso de celular. A assessoria de Gilmar Mendes reforçou que o aparelho ficou com o segurança e que a carteira funcional continha a cola permitida pelo TSE.
A legislação eleitoral e a Resolução nº 23.759/2026 proíbem a entrada em cabines de votação com celulares, câmeras, filmadoras ou óculos inteligentes. A medida visa garantir o sigilo do voto.
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