Justiça Eleitoral analisa processos e investigações após eleições em Mato Grosso
Órgão avalia ações penais, substituição de urnas e a baixa incidência de prisões durante o pleito no estado.

A Justiça Eleitoral em Mato Grosso iniciou a fase de análise de inquéritos e ações registrados durante o processo eleitoral. O representante do órgão explicou que este período de rescaldo processual envolve julgamentos de ações de investigação eleitoral e penais, alguns dos quais devem ocorrer antes da diplomação.
Os procedimentos judiciais seguem fluxos distintos, podendo começar na primeira instância ou ter origem direta no tribunal. Sobre a suspeita de compra de votos com apreensão de dinheiro e material de campanha, o representante informou que o caso foi enviado para audiência de custódia, aguardando a decisão judicial sobre a manutenção da prisão ou a aplicação de medidas cautelares.
O balanço do pleito indicou um número baixo de prisões, fato atribuído pela Justiça Eleitoral à baixa quantidade de infrações identificadas, e não à falta de fiscalização.
No aspecto técnico, cerca de 20 urnas eletrônicas foram substituídas em Mato Grosso. De acordo com o órgão, a necessidade de troca foi motivada por falhas em tomadas e oscilações de energia elétrica, volume considerado dentro do previsto.
A transmissão de dados das zonas eleitorais foi rápida, com aproximadamente 99% ocorrendo de forma imediata. A maior demora registrada aconteceu na zona eleitoral de Cáceres, embora o processo tenha transcorrido normalmente na maioria do estado.
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