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Preço mínimo da castanha-do-brasil sobe para R$ 7,15 em Mato Grosso

Novos valores fixados pelo Conselho Monetário Nacional passam a valer em 2027 para produtos da sociobiodiversidade.

Por Redação VORA News
Preço mínimo da castanha-do-brasil sobe para R$ 7,15 em Mato Grosso

O valor mínimo pago ao extrativista de castanha-do-brasil em Mato Grosso terá um aumento de 94,8% em 2027. O preço do quilo, que era de R$ 3,67, passará para R$ 7,15. A medida foi definida pelo Conselho Monetário Nacional em 22 de outubro e oficializada por portaria do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.

A tabela de preços, válida de janeiro a dezembro de 2027, serve de base para a Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade. A operação é realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que paga a diferença via subvenção caso o extrativista venda o produto abaixo do valor estipulado.

Outros itens com presença em MT também terão reajustes. O pequi no Centro-Oeste sobe de R$ 0,69 para R$ 1,15 o quilo, enquanto a amêndoa de babaçu passa de R$ 7 para R$ 9,15. A amêndoa de baru terá alta de 9,5%, chegando a R$ 38,65, e a mangaba subirá para R$ 4,70.

A macaúba, no Centro-Oeste e Sudeste, terá um reajuste de 106%, elevando o preço de R$ 0,62 para R$ 1,28. Já a borracha natural, conhecida como cernambi, sobe de R$ 7,96 para R$ 11,09 o quilo.

No caso da borracha natural, o novo valor em Mato Grosso é restrito a 28 municípios. A lista inclui cidades como Alta Floresta, Barra do Garças, Nova Mutum, Colíder, Juína e São José do Rio Claro, entre outras localidades.

Alguns produtos não sofreram alterações nos preços. O açaí no Norte e Nordeste permanece em R$ 2,28 o quilo, o buriti no Norte segue em R$ 3,79 e a amêndoa de cacau extrativo em estados do Norte mantém o valor de R$ 11,56.

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