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Governo, TCE e Ministério Público assinam acordo de segurança em Cuiabá

Termo de Ajustamento de Conduta prevê a construção de unidades integradas da PM e Bombeiros em 22 municípios de Mato Grosso.

Por Redação VORA News
Governo, TCE e Ministério Público assinam acordo de segurança em Cuiabá

O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, assinou nesta terça-feira (27), em Cuiabá, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) e ao Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O acordo visa expandir a infraestrutura de Segurança Pública em diversas regiões do estado.

O plano prevê a construção de unidades integradas para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros em 22 cidades. O investimento estimado varia entre R$ 130 milhões e R$ 150 milhões, com a expectativa de beneficiar cerca de 462 mil pessoas. Além das obras, o TAC contempla a compra de equipamentos para a PM, a Polícia Civil e a Politec.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), o prazo de execução para cada unidade é de 90 dias. As cidades de Diamantino, Nova Bandeirantes e Juara serão as primeiras contempladas. O projeto inclui também municípios como Alto Garças, Brasnorte, Colniza, Confresa e Vila Bela da Santíssima Trindade.

O presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, destacou a agilidade do governo em atender às reivindicações do Ministério Público e entregou ao governador o Plano de Metas Mato Grosso 2050. O conselheiro afirmou que a gestão de Pivetta tem a capacidade de realizar avanços significativos em curto prazo, comparando a meta a fazer 40 anos de progresso em quatro.

O governador Otaviano Pivetta explicou que o modelo de unidades integradas busca eficiência e redução de custos ao compartilhar espaços entre as corporações. O objetivo é descentralizar a segurança, levando as forças policiais para o interior do estado para combater a criminalidade onde a população reside.

O procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca, e o procurador-geral do Estado, Felipe da Rocha Florêncio, ressaltaram que a medida reduz a burocracia e a morosidade nas contratações públicas. Para as administrações municipais, a presença do Corpo de Bombeiros é vista como um fator essencial para atrair a industrialização para as cidades.

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