Réu é condenado a 30 anos por morte de comerciante em Cuiabá, MT
Crime ocorreu no Shopping Popular e teria sido motivado por regras de facção sobre cigarros contrabandeados.

Um homem foi condenado a 30 anos de reclusão por envolvimento no assassinato de um comerciante em Cuiabá, Mato Grosso. O crime aconteceu durante o horário de funcionamento de um dos principais centros comerciais da capital, na presença de clientes e outros lojistas.
O Ministério Público aponta que a execução ocorreu devido ao suposto descumprimento de normas de uma facção criminosa. As regras estariam ligadas à venda de cigarros contrabandeados no Shopping Popular.
A denúncia indica que o crime foi planejado por membros de uma organização criminosa. A articulação envolveu contatos entre os participantes, inclusive com pessoas que estavam presas no momento.
Além de Welinton Gabriel da Silva Lacerda, outros nomes foram denunciados, como Gabriel Mota Braga, Lucas Leonardo Padilha da Costa, Marcos Henrique Gomes de Miranda, Alexandre Magalhães de Souza, Elton John Conceição da Silva, Bruno Fernandes de Souza Costa e Wenderson Santos Souza, que morreu durante as investigações.
O Tribunal do Júri de Cuiabá também condenou Bruno Fernandes de Souza Costa a 24 anos e quatro meses de prisão em 18 de novembro de 2024. A acusação afirma que cada denunciado teve uma função específica na ação.
Os outros acusados ainda aguardam julgamento definitivo, pois estão recorrendo das decisões judiciais em instâncias superiores.
Mais notícias de Mato Grosso
- Mulher atropelada em festa da vitória Lula suspeita de motivação política em Cáceres; vídeo
- Colisão entre carreta e picape deixa um morto e um ferido na BR-163
- Réu por ajudar a planejar execução de lojista no Shopping Popular pega 30 anos de cadeia
- Ambulância que estava a caminho de ocorrência capota após colisão com caminhonete em MT; veja vídeo
- Homem de 66 anos é encontrado morto dentro de residência em Boa Esperança do Norte
- Vice assume comando do TCE-MT após prisão do presidente e afastamento da maioria dos conselheiros