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Projetos de preservação de onças-pintadas atuam em Poconé e outras regiões

Iniciativas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais focam em monitoramento, reprodução e mitigação de conflitos.

Por Redação VORA News
Projetos de preservação de onças-pintadas atuam em Poconé e outras regiões

No Pantanal de Mato Grosso, o Instituto Impacto, com base em Poconé, trabalha para conciliar a preservação de onças-pintadas com o turismo e a pecuária. A instituição utiliza pesquisa científica e educação ambiental para reduzir conflitos entre felinos e produtores rurais, implementando medidas como a instalação de cercas elétricas em currais para proteger o gado.

Em Mato Grosso do Sul, o Onçafari combina ecoturismo responsável com pesquisa científica no Pantanal. O projeto monitora hábitos, reprodução e deslocamentos dos animais em seu habitat natural, além de atuar na recuperação de ecossistemas e prevenção de incêndios na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.

Já em Goiás, o Instituto Onça-Pintada, fundado pelos biólogos Anah Jácomo e Leandro Silveira em Mineiros, mantém um criadouro conservacionista com mais de 60 nascimentos registrados. A entidade foca na preservação genética, no estudo de corredores ecológicos e no monitoramento de populações selvagens via coleiras e armadilhas fotográficas.

Em Minas Gerais, o Santuário Onça Pintada, em Presidente Juscelino, acolhe animais que não podem retornar à natureza. Entre as residentes está Moara, onça resgatada filhote em Barra do Garças, Mato Grosso, e transferida para o local em outubro de 2026 após avaliação de especialistas.

Também em Minas Gerais, o Refúgio Bem Viver, em Betim, é gerido pelos veterinários Felipe Coutinho e Jéssica Rayra. O espaço cuida de animais vítimas de tráfico e maus-tratos, registrando nascimentos importantes, como os de dois filhotes da onça Serena em agosto de 2026 e de uma onça melânica em 2025.

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