Polícia Civil investiga desaparecimento de pedagogo em Várzea Grande, MT
Caso é tratado como de alta complexidade pela DHPP e um suspeito já foi identificado.

O delegado Bruno Sergio Magalhães Abreu, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), lidera as investigações sobre o sumiço de Breno Antonio Humberto de Moraes, de 25 anos, em Várzea Grande, Mato Grosso. A Polícia Civil classificou a ocorrência como de alta complexidade.
O caso, que começou no Núcleo de Pessoas Desaparecidas, foi transferido para o Cartório de Homicídio Consumado da DHPP devido aos elementos colhidos. A polícia informou que um suspeito foi identificado, mas a identidade não foi revelada para não atrapalhar as diligências.
Breno desapareceu na noite de sábado, dia 26, após combinar um encontro com um rapaz. Ele foi visto pela última vez na região da Capela do Piçarrão, vestindo camiseta regata marrom, shorts preto, chinelos e carregando um capacete.
Imagens de segurança de um mercado mostram Breno encontrando um homem em uma motocicleta preta, antiga e sem placa. O indivíduo usava calça jeans azul, camisa e casaco preto.
O irmão da vítima, Bruno Humberto, relatou que Breno parou de responder a família e que outra pessoa passou a usar o celular do jovem. A suspeita aumentou quando a pessoa se recusou a enviar fotos comprobatórias e o rastreador do iPhone foi desligado na madrugada.
A Polícia Civil solicita que a população envie informações sobre o paradeiro de Breno ou sobre o motociclista através do Disque-Denúncia 197 ou diretamente na DHPP.
Mais notícias de Várzea Grande ›
Mais notícias de Mato Grosso
- PF registra dez conduzidos por suspeitas de crimes eleitorais em MT
- ‘Gateiro' é preso por fazer ligações clandestinas para furtar energia em Cuiabá
- PF vai instaurar inquérito após suspeito ser conduzido por propaganda eleitoral em Sinop
- Homem é baleado nas costas durante briga generalizada em MT
- Domingo de eleição termina com homem baleado durante confusão em Sorriso
- Eleições em Mato Grosso têm 34 presos, sendo a maioria pelo crime de boca de urna