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Defensoria abre vagas para remoção em 20 municípios de Mato Grosso

Edital oferece 21 postos vagos para defensores públicos com prazo de inscrição de cinco dias úteis.

Por Redação VORA News
Defensoria abre vagas para remoção em 20 municípios de Mato Grosso

A Defensoria Pública de Mato Grosso disponibilizou 21 postos vagos em 20 municípios do estado para defensores que desejam mudar de lotação. O Edital nº 03/2026 foi assinado no dia 9 de outubro pela defensora pública-geral, Maria Luziane Ribeiro de Castro, e publicado no Diário Oficial nesta terça-feira (13).

As inscrições devem ser realizadas pelo Portal da Defensora e do Defensor Público, na aba de Remoção, até as 18h do quinto dia útil após a publicação. Candidatos que optarem pela desistência devem formalizar o pedido até 48 horas antes do encerramento do prazo.

Em Cuiabá, as vagas contemplam a 5ª Defensoria do Núcleo Criminal e a 5ª Defensoria do Núcleo de Defesa do Consumidor, Direitos Coletivos e Juizados Especiais Cíveis. Já em polos regionais, há postos disponíveis em Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra e Barra do Garças.

O edital lista defensorias únicas em Colniza, Nobres e no núcleo unificado de Araputanga e São José dos Quatro Marcos. Em Nova Xavantina, as vagas são para a 1ª e a 2ª Defensoria, divididas entre as áreas cível e criminal.

Outras cidades com postos disponíveis incluem Pontes e Lacerda, Juína, Guarantã do Norte, Porto Alegre do Norte, Peixoto de Azevedo, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Paranatinga, Mirassol D’Oeste e Juara. Algumas dessas unidades envolvem atendimento à cadeia pública e audiências de custódia.

Sobre a vaga em Guarantã do Norte, a Defensoria informou que o profissional atuará na área cível nas duas varas da comarca, enquanto a área criminal permanece com a 1ª Defensoria. O órgão ainda realizará ajustes na resolução interna de atribuições.

Os defensores removidos continuarão em suas funções atuais por designação até que a defensora-geral determine o início do período de trânsito. Paralelamente, a segunda subdefensora pública-geral, Maria Cecília Alves da Cunha, autorizou o teletrabalho no Núcleo de Matupá devido à falta de energia elétrica no prédio.

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