Partidos estimam entre 25 mil e 40 mil votos para eleger deputados em Mato Grosso
Cálculos para as 24 vagas da Assembleia Legislativa dependem do quociente eleitoral e do comportamento dos eleitores.

Dirigentes partidários em Mato Grosso projetam que a eleição para as 24 vagas de deputado estadual, no pleito de 4 de outubro, exigirá entre 25 mil e 40 mil votos por candidato. A competitividade final será definida pelo quociente eleitoral, calculado pela divisão do total de votos válidos pelo número de cadeiras disponíveis.
O resultado depende de fatores como a abstenção, a quantidade de votos nulos e brancos, além da decisão dos eleitores indecisos. Cada sigla pôde lançar até 25 nomes para disputar as vagas no legislativo estadual.
No Republicanos, que apoia a reeleição do governador Otaviano Pivetta, a meta é eleger quatro deputados e disputar a quinta vaga via sobra. O presidente da sigla em MT, Eduardo Manciolli, afirma que candidatos com menos de 30 mil votos correm o risco de ficar fora.
Já o União Brasil, integrante da Federação União Progressista, estima que a votação de corte para a última vaga esteja entre 35 mil e 40 mil votos. O partido, que lançou nove nomes, projeta eleger dois parlamentares, com destaque para o líder do Governo, Dilmar Dal Bosco, que pode atingir 50 mil votos.
A federação composta por PSDB e Cidadania prevê que 25 mil votos tornam um candidato competitivo. O presidente do PSDB, Carlos Avallone, estima a eleição de dois deputados e a disputa por uma terceira vaga, mencionando que a sigla soma entre 215 mil e 220 mil votos.
No PL, que apoia o senador Wellington Fagundes ao Governo, a meta é eleger três deputados. O presidente da sigla no estado, Ananias Filho, avalia que a competitividade varia entre 25 mil e 30 mil votos, destacando o desempenho de Samantha e dos deputados Cattani e Faissal.
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