Câmara de Cuiabá afirma que suspeitas contra vereadores não representam a casa
Parlamentares foram alvos de busca e apreensão do Gaeco em investigação sobre compra de votos em Várzea Grande.

A Câmara Municipal de Cuiabá, em Mato Grosso, declarou que possíveis irregularidades envolvendo os vereadores Alex Rodrigues e Ilde Taques, ambos do Podemos, devem ser investigadas de forma individual. A instituição afirmou que tais suspeitas não representam o Legislativo municipal.
A medida ocorre após o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) cumprir mandados de busca e apreensão contra os parlamentares nesta terça-feira, 20 de outubro. A operação investiga um suposto esquema de compra de votos para a reeleição do vereador Wanderley Cerqueira (MDB) na Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande.
Ilde Taques e Alex Rodrigues relataram ter participado de um almoço com vereadores de Várzea Grande, incluindo um dos alvos da operação. Ilde Taques negou a apreensão de materiais ilegais e não detalhou a suspeita de dinheiro encontrado em seu veículo.
A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil (PL), destacou em nota o compromisso da casa com a legalidade, a transparência e a ética. Ela defendeu a presunção de inocência e o respeito ao devido processo legal.
O Legislativo de Cuiabá informou que segue com suas atividades normais e se colocou à disposição das autoridades para colaborar com o andamento das investigações.
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