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Operação contra compra de votos em Várzea Grande atinge vereadores de MT

Ação do Gaeco investiga irregularidades na eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal.

Por Redação VORA News
Operação contra compra de votos em Várzea Grande atinge vereadores de MT

A Operação Cathedra Venalis foi deflagrada nesta terça-feira (20) em Várzea Grande, Cuiabá e Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso. A ação mobilizou mais de 200 agentes para cumprir 30 mandados de busca e apreensão, com o objetivo de investigar possíveis crimes contra a administração pública, como corrupção e compra de votos para a escolha da Mesa Diretora do Legislativo de Várzea Grande.

A força-tarefa é composta pelo Ministério Público de Mato Grosso, via Gaeco, além da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo. Ao todo, 15 vereadores são alvos da investigação, sendo 13 de Várzea Grande e dois de Cuiabá.

Entre os investigados estão os vereadores de Cuiabá Ilde Taques e Alex Rodrigues, ambos do Podemos. Um vídeo divulgado nesta terça-feira mostra a abordagem de policiais da Rotam aos parlamentares em maio deste ano, data em que ocorreu um almoço com a participação de ao menos 12 vereadores de Várzea Grande.

O presidente eleito da Câmara de Cuiabá, Ilde Taques, negou a prática de qualquer ato ilícito. O parlamentar afirmou que nada de ilegal foi apreendido em seu veículo ou residência. Em nota, sua defesa declarou que ele colaborou com as autoridades e negou a participação em articulações ilegais em Várzea Grande. Alex Rodrigues também negou irregularidades.

Além dos parlamentares da capital, a operação mirou os vereadores de Várzea Grande: Cilcinho, Braz Jaciro, Alessandro Moreira, Wender Madureira, Sargento Galibert, Dr. Miguel Júnior, Lucélia Oliveira, Kleberton Feitoza, Raul Curvo, Enfermeiro Emerson e Gisa Barros.

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