Vereador de Cuiabá nega envolvimento em articulação política em Várzea Grande
Ilde Taques afirma que valor de R$ 40 mil apreendido em abordagem era empréstimo para obra particular.

O vereador de Cuiabá, Ilde Taques, do Podemos, negou participação em articulações para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, em Mato Grosso. O parlamentar afirmou que esteve no município apenas para uma confraternização a convite de Miguel Júnior, seu amigo pessoal.
O caso é alvo de investigação do Gaeco por meio da Operação Cathedra Venalis, que apura suspeitas de compra de apoio político. A operação baseou-se em um relatório que detalha a abordagem de Ilde e do vereador Alex Rodrigues, momento em que foram encontrados R$ 40 mil.
Sobre a quantia, Ilde Taques declarou aos policiais que o dinheiro era fruto de um empréstimo pessoal destinado ao pagamento de obras em sua propriedade. O vereador ressaltou que não houve apreensão de valores nem irregularidades em sua conduta durante a abordagem.
O parlamentar, que foi eleito presidente da Câmara de Cuiabá para o biênio 2027/2028, afirmou que não possui atuação política ou proximidade com Wanderley Cerqueira ou outros vereadores de Várzea Grande, exceto por Miguel Júnior.
Ilde Taques disse que sua defesa já acessou a decisão judicial e que ele está à disposição do Ministério Público e da Justiça de Mato Grosso. O vereador manifestou confiança de que as investigações comprovarão que ele não participou de ações ilegais.
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