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Política

Secretário da Câmara de Várzea Grande alega perseguição em operação do Gaeco

Samir Katumata afirma que investigação sobre a Mesa Diretora tem motivações políticas ligadas à prefeitura de VG.

Por Redação VORA News
Secretário da Câmara de Várzea Grande alega perseguição em operação do Gaeco

O secretário legislativo da Câmara de Várzea Grande, Samir Katumata, foi um dos alvos da Operação Cathedra Venalis, deflagrada nesta quinta-feira, 20, pelo Gaeco em Mato Grosso. O suplente de vereador teve seu aparelho celular apreendido e declarou acreditar que a ação é fruto de perseguição política conduzida pelo grupo da prefeita Flávia Moretti.

A investigação do Gaeco apura a existência de um esquema de corrupção na administração pública municipal. O foco são supostos pagamentos de vantagens indevidas a parlamentares para garantir o apoio a Wanderley Cerqueira na disputa pela Mesa Diretora, além de repasses para silenciar agentes públicos sobre irregularidades no Legislativo.

As denúncias indicam ainda a existência de um plano para forçar a cassação da prefeita Flávia Moretti. O objetivo seria assumir o controle da privatização do Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Várzea Grande, processo avaliado em bilhões.

Uma chácara da família do vereador Dr. Miguel, situada no distrito de Nossa Senhora da Guia, em Cuiabá, é apontada como o centro do esquema. Sobre as alegações de que parlamentares teriam sido confinados no local sob escolta e recebido dinheiro vivo, Katumata afirmou que ninguém vai a lugares amarrado no século XXI.

A disputa pela Mesa Diretora foi vencida por Wanderley Cerqueira por apenas um voto de diferença. Posteriormente, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou o resultado do pleito. Ao todo, 13 vereadores de Várzea Grande são investigados.

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