Governador Otaviano Pivetta repudia violência pós-eleição em Mato Grosso
Gestor classificou episódios como lamentáveis e defendeu a segurança do sistema eleitoral brasileiro.

O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, manifestou repúdio aos atos de violência motivados por divergências políticas no estado após o segundo turno das eleições presidenciais. O gestor defendeu o respeito ao resultado das urnas e classificou o comportamento dos agressores como um fato lamentável.
Em Campo Novo do Parecis, o investigador Emilson Ormond Souza, de 56 anos, foi assassinado no domingo da eleição. De acordo com a Polícia Civil, o autor do crime questionou frequentadores de um bar sobre política antes de disparar. O suspeito foi preso no dia seguinte.
Outro episódio ocorreu em General Carneiro, onde o vereador Marcos Aurélio Bento Pena foi preso sob a suspeita de atirar contra pessoas que comemoravam a vitória do presidente Lula. O ataque deixou duas mulheres feridas e a motivação segue sob investigação.
No âmbito empresarial, circularam em Mato Grosso listas com nomes de companhias que apoiavam o candidato Lula, acompanhadas de pedidos de boicote. A iniciativa provocou reações entre os empresários locais.
Pivetta destacou que o sistema eleitoral brasileiro é moderno, seguro e eficiente. Ele afirmou que a democracia deve ser valorizada e que as barbaridades cometidas não condizem com o país.
O governador cobrou que o Estado e a Justiça atuem para punir e responsabilizar todos os culpados por crimes cometidos em função de posições políticas.
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