Cattani nega traição ao PL em disputa pela Mesa Diretora em Cuiabá, MT
Deputado estadual afirma que seguirá a chapa de Max Russi e rebate críticas de Faissal Calil.

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) negou, em Cuiabá, que esteja cometendo infidelidade partidária na disputa pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso para o biênio 2027/28. O parlamentar afirmou que acompanhará o deputado Max Russi (Podemos) em qualquer composição, já que é candidato a primeiro vice-presidente na chapa de reeleição do colega.
As críticas foram feitas pelo deputado Faissal Calil, também do PL, que se candidatou ao cargo de primeiro-secretário. Faissal declarou surpresa ao descobrir que Cattani pretende apoiar a reeleição do deputado Dr. João (MDB) para a função, questionando a posição do colega diante dos embates políticos entre PL e MDB.
Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (5), Cattani rebateu as acusações e afirmou que Faissal é quem estaria trabalhando contra ele. O parlamentar justificou sua posição com base em um acordo político firmado há dois anos, quando foi eleito segundo vice-presidente, prevendo sua candidatura à primeira vice-presidência no próximo pleito.
Cattani explicou que a derrota eleitoral de Júlio Campos (União Brasil) removeu impedimentos para sua indicação. Ele ressaltou que, como os cargos principais da Mesa Diretora não podem ter dois deputados do mesmo partido, seu nome já estava definido na chapa de Max Russi.
Sobre o futuro político, Gilberto Cattani confirmou a intenção de disputar uma vaga no Senado Federal em 2030, independentemente da legenda. O deputado destacou que pretende permanecer no partido do ex-presidente Jair Bolsonaro e que este deve ser seu último mandato como deputado estadual.
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