Rosa Neide participa de reunião com Lula em Brasília para campanha em MT
Deputada federal eleita e presidente do PT Mato Grosso discutiu estratégias para o segundo turno.

A presidente do PT Mato Grosso e deputada federal eleita, Rosa Neide, esteve em Brasília nesta quarta-feira, dia 7, para uma reunião com o presidente Lula. O encontro reuniu senadores e deputados federais eleitos pelo partido com o objetivo de ampliar as mobilizações para o segundo turno das eleições.
Durante a reunião, Lula manifestou confiança na vitória e afirmou que a população fará a comparação entre a reconstrução das políticas públicas de seu governo e a destruição causada pelo bolsonarismo.
Rosa Neide criticou as gestões de Temer e Bolsonaro, citando a paralisação do programa Minha Casa Minha Vida e cortes nos orçamentos de educação e saúde. A deputada mencionou ainda a liberação de mais de 1 bilhão de balas e 1 milhão de armas, que teriam chegado ao crime organizado.
Sobre a situação em Mato Grosso, a parlamentar classificou o governo Bolsonaro como o pior da história para o estado. Ela desafiou políticos locais a indicarem a realização de qualquer obra federal durante aquele período em território mato-grossense.
A frente progressista de Mato Grosso organizou, na terça-feira, dia 6, um calendário de atos e mobilizações para apoiar a reeleição do presidente.
Rosa Neide afirmou que a luta continuará em Mato Grosso para elevar a votação de Lula. Para a deputada, a reeleição é essencial para a manutenção da democracia e de políticas públicas voltadas à saúde, educação e combate à fome.
Mais notícias de Mato Grosso
- Nishiyama e Jorge Tadeu vencem disputa por vagas no TRE-MT; Kono fica de fora
- Pivetta escala Gallo para desenhar reforma administrativa e enxugar máquina pública em MT
- Hélio Nishiyama e Jorge Tadeu são eleitos para chefiar o TRE-MT
- Daniel trava votação de projeto sobre couvert e enfrenta Samantha na Câmara
- Vídeo | Júlio repudia fala de Abilio e acusa prefeito de usar ‘máquina pública’ para eleger Samantha
- Vídeo | Abilio diz que famílias tradicionais perderam espaço, mas evita decretar “fim político”