Prefeito de Cuiabá foca em eleição presidencial e evita falar de 2028
Abilio Brunini prioriza a vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno e descarta discutir sucessão municipal em Mato Grosso.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, afirmou que sua prioridade atual é a eleição de Flávio Bolsonaro para a presidência da República no segundo turno, em 25 de outubro. Em entrevista coletiva, o gestor de Mato Grosso evitou tratar sobre a sucessão municipal de 2028 e a possibilidade de reaproximação com o governo estadual.
Questionado sobre possíveis adversários para a próxima disputa na capital, como a deputada Janaina Riva e o deputado Fábio Garcia, Abilio declarou que não vale a pena discutir outras composições agora. O prefeito resumiu que as conversas sobre 2028 devem ficar para 2027.
Para Abilio, a vitória de Flávio Bolsonaro é essencial para pacificar o país e dar rumo à nação, especialmente diante de uma possível maioria de oposição na Câmara e no Senado. Ele justificou o apoio citando a insegurança jurídica, a instabilidade econômica e a dificuldade política atual.
De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, Flávio Bolsonaro liderou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva obteve 45,16%.
No cenário de Mato Grosso, a disputa para o Senado resultou na vitória de Zé Medeiros e Mauro Mendes. Janaina Riva, que integrou coligação com o partido de Abilio, ficou em terceiro lugar com 14,46% dos votos válidos.
Eleito prefeito em 2024 após vencer Lúdio Cabral no segundo turno, Abilio Brunini assumiu o cargo em janeiro de 2025.
Mais notícias de Mato Grosso
- Ilde diz que ‘zerou’ embates contra grupo de Paula e promete Câmara sem perseguições
- Abilio alinhou apoio a chapa única com Ilde Taques em almoço com base
- Eleição em MT concentra votos em poucos nomes; analista explica
- Mauro Mendes é contra fim da escala 6x1 e defende jornada de trabalho de até 16 horas; vídeo
- Paula Calil diz que não quer Câmara de Cuiabá “igual” à de Várzea Grande
- Maysa nega subserviência de Paula, mas diz que ela poderia ter imposto mais limites