Dilmar Dal Bosco aguarda definição de Pivetta sobre liderança do governo em Cuiabá
Deputado aguarda reunião na Casa Civil para saber se permanece à frente da base governista na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

O deputado Dilmar Dal Bosco, do União Brasil, aguarda a convocação do governador Otaviano Pivetta para uma reunião em Cuiabá, Mato Grosso. O encontro definirá se o parlamentar continuará como líder do governo na Assembleia Legislativa (ALMT).
Dilmar ocupou a função durante as duas gestões de Mauro Mendes. Atualmente, Pivetta avalia a manutenção do cargo, podendo realizar a mudança paralelamente a alterações no secretariado do estado.
A decisão do governador será baseada na capacidade de negociação e conciliação de Dilmar dentro da ALMT. Não influenciará a escolha o fato de o deputado ter defendido o grupo de Jayme Campos em articulações anteriores da Federação União Progressista.
O parlamentar acredita que a tendência seja o governador aguardar as reacomodações na Assembleia após o período eleitoral. Dilmar afirmou que pretende ir à Casa Civil para conversar, mas ressaltou que a decisão depende exclusivamente de Pivetta.
A reunião na Casa Civil é vista como determinante, pois o setor concentra o diálogo entre a governadoria do Palácio Paiaguás e os deputados. O acordo firmado poderá manter a liderança de Dilmar até o final de 2026.
Para o deputado, a escolha de mantê-lo ou nomear um substituto é uma competência do governador. Dilmar reforçou que Otaviano Pivetta possui a condição de definir quem deseja como líder na Casa.
Mais notícias de Mato Grosso
- Nishiyama e Jorge Tadeu vencem disputa por vagas no TRE-MT; Kono fica de fora
- Pivetta escala Gallo para desenhar reforma administrativa e enxugar máquina pública em MT
- Hélio Nishiyama e Jorge Tadeu são eleitos para chefiar o TRE-MT
- Daniel trava votação de projeto sobre couvert e enfrenta Samantha na Câmara
- Vídeo | Júlio repudia fala de Abilio e acusa prefeito de usar ‘máquina pública’ para eleger Samantha
- Vídeo | Abilio diz que famílias tradicionais perderam espaço, mas evita decretar “fim político”