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Política

Operação do Gaeco não interfere em eleição da Câmara de Cuiabá, MT

Procurador-geral afirma que investigações focam na Mesa Diretora de Várzea Grande.

Por Redação VORA News
Operação do Gaeco não interfere em eleição da Câmara de Cuiabá, MT

A Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção e irregularidades na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, não afeta o processo eleitoral do Legislativo de Cuiabá, em Mato Grosso. A análise foi feita pelo procurador-geral da Casa, Eustáquio Neto.

De acordo com Eustáquio Neto, a apuração conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) concentra-se em supostas ilegalidades ocorridas em Várzea Grande. O procurador afirmou que, no momento, não existem elementos que coloquem sob suspeita a eleição realizada na capital mato-grossense.

Entre os alvos da operação estão o presidente eleito da Câmara de Cuiabá, Ilde Taques, e o vereador Alex Rodrigues, ambos do Podemos. Apesar disso, o procurador ressaltou que a instituição não foi alvo direto e que nenhuma diligência foi cumprida na sede do Legislativo municipal, mantendo a normalidade dos trabalhos.

A ação do Gaeco resultou na expedição de 30 mandados de busca e apreensão em endereços de Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Ao todo, 15 vereadores das duas cidades estão entre os investigados por suposta extorsão e corrupção.

Eustáquio Neto informou que a Câmara de Cuiabá não foi notificada para cumprir medidas e não pretende abrir procedimentos internos contra Ilde Taques ou Alex Rodrigues. O procurador considerou prematuro discutir processos na Comissão de Ética ou impactos no mandato e na futura presidência de Ilde.

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