Cotações do agro
Ver mais
Cuiabá
--:--
--°CCuiabá - MT
Política

Ilde Taques nega vínculo com investigação em Cuiabá

Presidente eleito da Câmara de Cuiabá afirma que abordagem policial não motivou a Operação Cathedra Venalis.

Por Redação VORA News
Ilde Taques nega vínculo com investigação em Cuiabá

O presidente eleito da Câmara de Cuiabá, Ilde Taques, utilizou a tribuna da Casa nesta terça-feira, dia 20, para falar sobre a Operação Cathedra Venalis em Mato Grosso. O vereador afirmou que a abordagem da Rotam, momento em que portava 40 mil reais em uma mochila, não foi o ponto de partida da investigação.

Ilde Taques explicou que o valor em espécie era um empréstimo destinado a reformas em sua propriedade e que informou a quantia ao Gaeco antes da ação policial. Ele ressaltou que nada ilegal foi apreendido e citou que a operação teve origem em denúncias feitas pelo vereador de Várzea Grande, Caio Cordeiro.

Sobre a presença em um almoço na chácara do vereador Dr. Miguel Junior, Ilde disse que foi a convite do amigo e que o encontro teve caráter pessoal, durando cerca de duas horas. O vereador Alex Rodrigues também estava no local por ser amigo de Miguel Junior.

O parlamentar negou proximidade com Wanderley Cerqueira ou outros vereadores investigados, reiterando que não participou de conversas sobre a Mesa Diretora de Várzea Grande. Ilde declarou que voltaria ao evento se fosse convidado novamente.

A Operação Cathedra Venalis, conduzida pelo Gaeco, investiga suspeitas de compra de votos e vantagens indevidas na eleição da Mesa da Câmara de Várzea Grande, ocorrida em maio de 2026. Naquela votação, Wanderley Cerqueira foi reeleito presidente por 12 votos a 11.

Ao todo, foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães, atingindo 15 vereadores, entre eles Ilde Taques e Alex Rodrigues. O vereador Ilde afirmou acreditar que nem ele, nem Alex, serão denunciados pelo Ministério Público.

Mais notícias de Mato Grosso