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Justiça torna 10 pessoas rés por lavagem de dinheiro e organização criminosa em Cuiabá

Decisão da 7ª Vara Criminal de Cuiabá aceita denúncia do Ministério Público de Mato Grosso contra grupo acusado de crimes financeiros.

Por Redação VORA News
Justiça torna 10 pessoas rés por lavagem de dinheiro e organização criminosa em Cuiabá

O juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, aceitou a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) contra dez pessoas. O grupo é acusado de envolvimento com organização criminosa e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

Entre os novos réus estão Paulo Witer Farias Paelo, conhecido como WT, e sua esposa, Thawany Nunes Silva de Bulhões. WT é apontado como tesoureiro da organização e responde por três episódios de lavagem de dinheiro.

Também integram a lista de réus Dayane Karol Moreira da Silva, Emerson Ferreira Lima, Katani Adorno Bocardi, Ygor Henrique da Silva Martins, Alex Júnior Santos de Alencar, Brunno Passos da Silva, Anderson Alves de Sousa e Allan Xavier da Silva. Thawany responde por três casos de lavagem de dinheiro e Anderson por duas ocorrências do mesmo crime.

O magistrado afirmou que a denúncia do Ministério Público apresenta indícios de autoria e materialidade, atendendo aos requisitos do Código de Processo Penal para a abertura da ação penal.

Na mesma decisão, o juiz homologou o arquivamento das investigações contra sete pessoas: Aldemir de Assis Campos, Paulo Vinicius Gabriel de Araújo, Wires Alves Guerra, Nagilda Cândida Ferreira Lima, Fernando Wagner Moraes Amorim, Wellen de Amorim Gomes e Giselly Breier Streck.

Quanto a Aldemir de Assis Campos, a prisão preventiva decretada em outro procedimento foi revogada, seguindo os fundamentos do Ministério Público para o arquivamento.

A polícia terá o prazo de cinco dias para enviar ao juiz os relatórios e mídias da investigação, com foco nos dados extraídos de aparelhos celulares.

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