Sema-MT indica rios e cachoeiras próprios para banho em Cuiabá e interior
Levantamento analisou a qualidade da água em diversas bacias de Mato Grosso entre junho e setembro.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) divulgou os resultados da Campanha de Balneabilidade 2026. O estudo avaliou a qualidade da água em rios, praias e cachoeiras de Mato Grosso, com coletas realizadas entre 15 de junho e 10 de setembro nas bacias dos rios Amazonas, Araguaia e Paraguai.
A maioria dos pontos analisados recebeu classificações entre satisfatória, muito boa e excelente. No entanto, três locais foram apontados como impróprios para banho: a Rampa Náutica do Porto do Baé, em Barra do Garças, um ponto em Diamantino e a comunidade São Gonçalo, no Rio Cuiabá, em Cuiabá, onde foi identificado lançamento de esgoto.
Na capital Cuiabá, as avaliações excelentes foram registradas na Salgadeira, no Rio Paciência, e nos pontos da comunidade Coxipó do Ouro e da Ponte de Ferro, no Rio Coxipó. Já em Chapada dos Guimarães, a Cachoeirinha foi classificada como excelente, enquanto a Marina do Altair, no Lago de Manso, foi considerada muito boa.
No interior do estado, Nobres teve classificações excelentes no Aquário Encantado e muito boa no Rio Estivado. Em Barra do Garças, a Praia do Bosque e as cachoeiras do Lajedo e Pé da Serra foram avaliadas como excelentes, enquanto a estação Astyanax Xavante foi considerada muito boa. Em Pontal do Araguaia, a Praia da Primavera também obteve nota excelente.
Na Bacia Amazônica, a classificação excelente foi atribuída aos balneários do Cláudio, Francisco Stregue e Paraíso, em Guarantã do Norte, além do Rancho Baixadão, Recanto Maciço, Balneário Lagoa Azul e Cachoeira da Família, em Colíder. O Balneário Cachoeirinha e a Cachoeira Mercúrio foram considerados muito bons.
A Sema recomenda evitar o banho após chuvas intensas e orienta que a água não seja ingerida sem tratamento, especialmente por idosos e crianças. O órgão alerta que a contaminação por microrganismos, fezes de animais e esgoto pode causar infecções de pele, hepatite e gastroenterite.
O órgão ressalta que as classificações refletem as condições encontradas no momento das coletas, não havendo garantia de que a qualidade da água se mantenha constante durante todo o ano.
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