Pivetta cobra ação federal contra facções e na fronteira em Cuiabá
Governador de Mato Grosso defende que crime organizado seja tratado como terrorismo e pede apoio da União na divisa com a Bolívia.

O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, defendeu a criação de uma política nacional para combater o crime organizado. Durante evento realizado na terça-feira (13), em Cuiabá, ele afirmou que as facções criminosas devem ser consideradas e tratadas como organizações terroristas pelo poder público.
Pivetta argumentou que o enfrentamento a esses grupos exige uma estratégia coordenada entre a União e os governos estaduais. Para o governador, é necessária uma atuação mais incisiva do governo federal no combate à criminalidade.
A segurança na fronteira com a Bolívia também foi citada como um desafio. O governador criticou a falta de presença do governo central na região, destacando que Mato Grosso fiscaliza sozinho cerca de 900 quilômetros de divisa.
Embora tenha ressaltado que o Estado continuará intensificando as ações de segurança, Pivetta pontuou que a eficácia dos resultados depende de uma política nacional. As declarações ocorreram durante o lançamento da Casa 22, comitê de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.
O evento foi realizado no bairro Quilombo, em Cuiabá, em um espaço que anteriormente serviu como comitê de campanha do próprio governador.
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