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Política

Max Russi apoia cortes de cargos do governo em Cuiabá, Mato Grosso

Presidente da Assembleia Legislativa afirma que redução de despesas libera recursos para investimentos no estado.

Por Redação VORA News
Max Russi apoia cortes de cargos do governo em Cuiabá, Mato Grosso

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi, manifestou apoio aos cortes de cargos realizados pelo governador Otaviano Pivetta em Cuiabá. O parlamentar argumentou que a redução de gastos na máquina pública é importante para que haja mais verbas disponíveis para investimentos no estado.

Russi avaliou positivamente os ajustes, desde que as exonerações representem uma diminuição real da estrutura e que não ocorram novas nomeações para as vagas abertas. No entanto, ele demonstrou preocupação com desligamentos em funções que considera estratégicas para Mato Grosso.

Sobre a reforma administrativa, o deputado afirmou que ainda não teve acesso ao conteúdo nem participou de debates sobre a proposta. Ele declarou que aguarda a chegada do projeto à Assembleia Legislativa para que a matéria seja discutida e debatida.

As medidas do Executivo, publicadas no Diário Oficial com efeitos a partir de 1º de novembro, totalizaram 115 desligamentos de funções de confiança e cargos comissionados. A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) teve 34 cortes, incluindo quatro secretários-adjuntos das áreas de Projetos Estratégicos, Assuntos Comunitários, Atenção à Família e Políticas Públicas para as Mulheres.

Outras pastas também registraram reduções, com 21 desligamentos na Educação e 11 na Casa Civil. Além desses cortes, o governador determinou a demissão de 16 servidores após processos administrativos disciplinares, motivados por inassiduidade habitual e abandono de cargo.

A lista de demissões disciplinares inclui seis policiais penais, cinco servidores da Educação, dois médicos, um técnico da Secretaria de Meio Ambiente, um analista do sistema socioeducativo e um fiscal do Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso. No caso dos médicos, Pivetta ordenou a apuração de possíveis pagamentos indevidos.

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