Câmara de Várzea Grande nega ser alvo de operação do Gaeco em MT
Instituição afirma que mandados de busca e apreensão contra vereadores referem-se a investigações individuais.

A Câmara Municipal de Várzea Grande, em Mato Grosso, informou nesta terça-feira (20.10) que não foi alvo de mandados de busca e apreensão durante a Operação Cathedra Venalis. A ação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Mato Grosso (MPE).
A operação atingiu parlamentares da Casa, incluindo o presidente Wanderley Cerqueira (MDB). O Legislativo municipal esclareceu que as medidas judiciais foram cumpridas em residências de vereadores e estão ligadas a apurações individuais.
A instituição sustenta que a falta de buscas em suas dependências indica a inexistência de investigações sobre atos administrativos ou a gestão financeira e orçamentária do órgão.
A Câmara ressaltou a diferença entre a atuação institucional e as condutas dos parlamentares investigados. O órgão informou que cabe a cada vereador citado acessar os autos para exercer o direito ao contraditório e à ampla defesa.
Em nota, a Casa declarou que segue à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e reafirmou seu compromisso com a transparência pública.
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