Oposição pede esclarecimentos após operação do Gaeco em Várzea Grande, MT
Vereadores reagem a investigação sobre suspeitas de corrupção na eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal.

Vereadores da oposição em Várzea Grande, Mato Grosso, manifestaram a necessidade de esclarecimentos após a Operação Cathedra Venalis, do Gaeco. A investigação apura suspeitas de corrupção e cooptação de agentes públicos na eleição da Mesa Diretora da Casa.
O vereador Adilsinho afirmou que a operação prejudica a imagem da Câmara Municipal e defendeu a apuração dos fatos. O parlamentar, alinhado a Lucas do Chapéu do Sol, disse que aguarda os prazos e a decisão do STF sobre a realização de uma nova votação para o comando do Legislativo.
A vereadora Rose Prado classificou a situação como lamentável e informou que soube da operação por meio de notícias no celular. A parlamentar declarou estar à disposição da sociedade e do Gaeco para prestar os esclarecimentos necessários.
Já o vereador Carlinhos Figueiredo, também integrante do grupo de Lucas do Chapéu do Sol, afirmou que não possui informações suficientes sobre o teor da denúncia para se manifestar sobre os colegas investigados. Ele aguarda a convocação do presidente para definições sobre a nova eleição.
A operação do Gaeco cumpre 30 mandados de busca e apreensão, envolvendo 13 vereadores de Várzea Grande e dois de Cuiabá. O foco são possíveis irregularidades relacionadas à Mesa Diretora.
A disputa anterior, ocorrida em maio, teve a vitória de Wanderley Cerqueira contra Lucas do Chapéu do Sol por 12 votos a 11. No entanto, o STF anulou o pleito por ter ocorrido antes do período permitido para o biênio 2027/2028.
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