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Política

Suplente de vereador em Várzea Grande alega perseguição após operação do Gaeco

Samir Katumata nega envolvimento em compra de votos e relaciona investigação a disputas políticas em Mato Grosso.

Por Redação VORA News
Suplente de vereador em Várzea Grande alega perseguição após operação do Gaeco

O secretário legislativo da Câmara Municipal e suplente de vereador de Várzea Grande, Samir Katumata, afirmou acreditar que é alvo de perseguição política. A declaração ocorreu após ele ser atingido pela Operação Cathedra Venalis, realizada pelo Gaeco do Ministério Público de Mato Grosso nesta terça-feira, dia 20.

Samir negou a participação em esquemas de pagamento para a obtenção de votos na eleição da Câmara. Ele sugeriu que a investigação pode estar ligada ao fato de ele ser oposição à prefeita Flávia Moretti, embora tenha dito que não poderia acusar ninguém formalmente.

O suplente relacionou a ação judicial à disputa pela eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande. Segundo ele, o processo ainda é discutido na Justiça, com decisões pendentes inclusive no Supremo Tribunal Federal, sobre a validade da votação.

Em visita à sede do Gaeco, em Cuiabá, Samir tentou recuperar objetos pessoais de sua esposa, Márcia Alessandra Garcia Magalhães, que foram apreendidos. Ele argumentou que os pertences não teriam relação com o inquérito.

O secretário legislativo questionou a inclusão dos vereadores de Cuiabá, Ilde Taques e Alex Rodrigues, como alvos da operação. Para ele, a situação é estranha, pois a investigação foca na disputa pelo comando do Legislativo de Várzea Grande.

A Operação Cathedra Venalis cumpre 30 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. O objetivo é apurar a atuação de uma organização criminosa suspeita de corrupção, cooptação de agentes públicos e obtenção de vantagens indevidas.

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